A Gitel aplica inteligência artificial e visão computacional em São José para reconhecimento de placas (LPR), detecção de EPI, contagem de pessoas e análise comportamental — sobre o parque de câmeras já instalado.
São José integra a Grande Florianópolis como seu principal município industrial, concentrando fábricas metal-mecânicas, distribuidoras e operações logísticas que abastecem a capital. O Distrito Industrial de São José abriga plantas de médio porte com turnos contínuos, forte circulação de prestadores e alto volume de carga em docas — perfil que combina risco patrimonial com exigência de rastreabilidade de pessoas e veículos.
Em projetos da Gitel, a análise de vídeo com IA reduz em até 90% os incidentes, com resposta em menos de 15 minutos. As aplicações incluem detecção de intrusão perimetral, leitura automática de placas (LPR) com redução de até 80% no tempo de liberação de veículos, detecção de quedas em piso industrial e identificação precoce de fogo e fumaça.
Na maioria dos casos, sim. A Gitel avalia a infraestrutura existente e adiciona camadas de análise inteligente sobre câmeras IP em operação, evitando a troca completa do parque instalado. O projeto define quais pontos exigem câmeras com IA embarcada e quais podem ser atendidos por processamento em servidor.
Indústrias, terminais portuários e logísticos, agronegócio, energia e data centers — operações onde parada não programada, acidente ou acesso indevido geram impacto financeiro e regulatório relevante. Em São José, a Gitel desenvolve projetos sob medida para cada segmento.
O primeiro passo é um diagnóstico técnico da operação em São José: mapeamento de riscos, análise da infraestrutura atual e definição dos casos de uso prioritários. A partir daí, a engenharia da Gitel dimensiona a solução, executa piloto quando aplicável e implanta com suporte e manutenção contínuos da nossa equipe técnica.
O fluxo típico combina LPR na entrada com validação do agendamento: o sistema identifica a placa, confirma se o veículo tem janela de entrega programada e libera a doca específica. Isso elimina filas na portaria e gera trilha auditável de cada movimentação de carga.
Sim. Em operações com equipe reduzida à noite, a IA de vídeo substitui a vigilância humana contínua: detecta intrusão, movimentação em área restrita e comportamento anômalo, gerando alerta imediato. A Gitel projeta a cobertura considerando os pontos cegos típicos de galpão — docas, corredores de estoque e área de carga.