Credencial, Criptografia e Biometria: O Que Define o Nível Real de Segurança do Seu Sistema de Acesso
Nem toda vulnerabilidade está na infraestrutura. Em muitos sistemas de controle de acesso, o maior risco está na própria credencial utilizada. Entenda por que cartões sem criptografia ainda representam uma ameaça, quais tecnologias oferecem proteção real e como biometria e credenciais móveis elevam o nível de segurança física das organizações.
Credencial, Criptografia e Biometria: O Que Define o Nível Real de Segurança do Seu Sistema de Acesso
Existe uma lacuna comum em projetos de controle de acesso: um sistema pode ser moderno e integrado, mas ainda possuir uma vulnerabilidade crítica na camada mais básica da arquitetura: a credencial.
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A evolução que muita instalação ainda não fez
Durante décadas, o cartão de proximidade 125 kHz foi o padrão dominante. O problema é que ele não possui criptografia, transmitindo um identificador fixo que pode ser capturado e clonado.
Boa parte das instalações brasileiras ainda utiliza essa tecnologia, criando um risco que muitas vezes passa despercebido.
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O padrão atual: criptografia que a credencial precisa ter
Os padrões atuais utilizam smart cards em 13,56 MHz, com:
- autenticação mútua;
- criptografia em trânsito;
- chaves exclusivas por credencial.
Os principais padrões destacados são:
- **MIFARE DESFire EV2/EV3**;
- **SEOS (HID)**.
O DESFire utiliza AES-128, enquanto o SEOS permite o uso da credencial em cartão físico, smartphone e wearables mantendo o mesmo nível de proteção.
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Credencial mobile
A credencial via smartphone oferece vantagens como:
- emissão digital;
- revogação imediata;
- rastreabilidade;
- autenticação por PIN ou biometria do dispositivo.
Também exige um processo eficiente para revogação em caso de perda ou roubo do aparelho.
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Biometria: camada adicional, não substituta
A biometria não substitui uma credencial segura.
Ela funciona como um segundo fator de autenticação, complementando a criptografia da credencial.
Dependendo do ambiente, podem ser utilizadas:
- impressão digital;
- reconhecimento facial;
- leitura de íris.
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O que isso significa para novos projetos
A especificação deve definir claramente:
- protocolo da credencial;
- padrão de criptografia;
- arquitetura de autenticação;
- estratégia de migração de instalações legadas.
Projetos bem especificados entregam segurança real, e não apenas aparência de segurança.
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Sobre a Gitel
A Gitel atua desde a especificação da credencial até a integração completa com o ecossistema operacional da instalação.
Leia também: Controle de Acesso Além da Portaria: Como RH, HSE e Operações Trabalham com a Mesma Plataforma.