A Gitel realiza manutenção preventiva e corretiva de centrais de monitoramento em Bagé: câmeras, gravadores, rede e VMS. 38 anos de experiência e mais de 30 mil câmeras instaladas no Brasil.
Bagé é o principal polo da Campanha gaúcha, no bioma Pampa, com economia construída sobre a pecuária de corte e a ovinocultura, das fazendas e cabanhas de genética à indústria da carne. A cidade é sede da Embrapa Pecuária Sul e da reitoria da Unipampa, além da URCAMP e de campi do IFSul e da Uergs. Fica no cruzamento das BR-293 e BR-153, com ligação a Pelotas e à fronteira com o Uruguai por Aceguá. Na mesma região está Candiota, que tem a maior reserva de carvão mineral do país.
Sim. A Gitel realiza manutenção preventiva e corretiva de sistemas de centrais de monitoramento para empresas em Bagé e região — cobrindo câmeras, gravadores, infraestrutura de rede e software de gestão de vídeo — para que a central do cliente não fique sem imagem.
O escopo é definido conforme a operação de cada cliente e pode incluir câmeras e gravadores, estações de operação, rede e cabeamento, software de gestão de vídeo (VMS), alarmes e sensores integrados ao sistema.
Uma central com falhas significa operação às cegas. A manutenção preventiva prolonga a vida útil do investimento e reduz o risco de câmeras, gravações e alertas falharem quando forem necessários. A Gitel tem mais de 38 anos de experiência em sistemas de segurança eletrônica.
Com câmeras de longo alcance e visão noturna nos pontos de passagem (porteiras, corredores, embarcadouros), sensores de abertura e alerta de movimento fora do horário de manejo. Em áreas sem rede elétrica, os pontos usam energia solar e transmissão por rádio ou 4G. A Gitel dimensiona o projeto a partir do mapa da propriedade.
Sim. As imagens ficam gravadas na sede e podem ser vistas pelo celular ou de um escritório em outra cidade. Quando a internet é limitada, o projeto prioriza a gravação local e o envio de alertas, que consomem pouco dado.