A Gitel instala e mantém redes de sensores IoT em Bagé para monitoramento contínuo de temperatura, vibração e umidade em equipamentos críticos. Antecipe falhas até 48h antes e elimine paradas não programadas.
Bagé é o principal polo da Campanha gaúcha, no bioma Pampa, com economia construída sobre a pecuária de corte e a ovinocultura, das fazendas e cabanhas de genética à indústria da carne. A cidade é sede da Embrapa Pecuária Sul e da reitoria da Unipampa, além da URCAMP e de campi do IFSul e da Uergs. Fica no cruzamento das BR-293 e BR-153, com ligação a Pelotas e à fronteira com o Uruguai por Aceguá. Na mesma região está Candiota, que tem a maior reserva de carvão mineral do país.
Monitoramento de temperatura e umidade em ambientes críticos, sensores de perímetro, telemetria de equipamentos e detecção precoce de anomalias — integrados em uma plataforma única de gestão. Os projetos atendem indústrias, armazéns, data centers e operações do agronegócio em Bagé e região.
Sim, essa é a base da abordagem da Gitel: sensores, câmeras e automação operando como um ecossistema integrado. Um alerta de temperatura pode acionar as câmeras da área, notificar as equipes responsáveis e disparar protocolos de resposta automaticamente.
Sensores contínuos de temperatura, vibração e corrente detectam desvios antes da falha, permitindo intervenção programada. Combinado a câmeras térmicas, o sistema antecipa problemas em até 48 horas e reduz paradas não programadas em até 80%.
Depende da infraestrutura de cada site: LoRa para grandes áreas com baixo consumo, cabeamento estruturado e Wi-Fi industrial em plantas, 4G para pontos remotos. O diagnóstico técnico da Gitel define a arquitetura ideal para cada operação.
Com câmeras de longo alcance e visão noturna nos pontos de passagem (porteiras, corredores, embarcadouros), sensores de abertura e alerta de movimento fora do horário de manejo. Em áreas sem rede elétrica, os pontos usam energia solar e transmissão por rádio ou 4G. A Gitel dimensiona o projeto a partir do mapa da propriedade.
Sim. As imagens ficam gravadas na sede e podem ser vistas pelo celular ou de um escritório em outra cidade. Quando a internet é limitada, o projeto prioriza a gravação local e o envio de alertas, que consomem pouco dado.