A Gitel implanta sistemas de controle de acesso em Piracicaba com biometria, reconhecimento facial e LPR. Conformidade com NRs e LGPD. Liberação de veículos até 80% mais rápida.
Piracicaba tem cerca de 443 mil habitantes e é sede de uma região metropolitana de 24 municípios. A indústria responde por mais de um terço do valor adicionado e emprega quase um quarto dos trabalhadores formais, com máquinas e equipamentos como maior ramo, muitos voltados aos setores sucroenergético e agrícola, seguidos pela indústria automotiva. A cana ocupa a maior parte da área agrícola do município, um dos polos históricos da produção de cana e da tecnologia do setor no país. Os distritos industriais Unileste, Uninorte e Uninoroeste concentram as fábricas, e o Parque Tecnológico de Piracicaba reúne a ESALQ/USP, a FATEC e o IFSP, com foco em agro, biotecnologia, alimentos e bioenergia.
Sim. Projetamos sistemas de controle de acesso para plantas industriais, terminais logísticos, portos e edifícios corporativos em Piracicaba: biometria, reconhecimento facial, leitura de placas (LPR), catracas e integração com sistemas de RH e ponto eletrônico.
Sim. A Gitel implanta controle de acesso em conformidade com os requisitos regulatórios de cada setor: NRs de segurança do trabalho em plantas industriais, LGPD para tratamento de dados biométricos e, em operações portuárias, ISPS Code para terminais e embarcações.
Com leitura automática de placas (LPR) integrada à gestão logística: o sistema identifica o veículo, valida o agendamento, libera o acesso e registra o fluxo completo. Em terminais atendidos pela Gitel, o tempo de liberação caiu até 80%, com precisão de reconhecimento superior a 98%.
Sim, e é o recomendado. A integração permite verificação visual automática de cada acesso, registro em vídeo de ocorrências e trilha de auditoria completa — essencial para investigações internas e compliance.
Sim. Câmeras térmicas e de longo alcance instaladas em torres identificam fumaça e focos de calor e enviam alerta com a localização aproximada, para a brigada do cliente agir mais cedo. O alcance e o número de torres dependem do relevo e da área a cobrir.
Porque é quando a planta para e dá para mexer em câmeras, cabos e gravadores das áreas de processo sem atrapalhar a operação. A preventiva da entressafra limpa, testa e ajusta tudo antes do pico, quando uma falha custa mais caro.