A Gitel instala e mantém redes de sensores IoT em Piracicaba para monitoramento contínuo de temperatura, vibração e umidade em equipamentos críticos. Antecipe falhas até 48h antes e elimine paradas não programadas.
Piracicaba tem cerca de 443 mil habitantes e é sede de uma região metropolitana de 24 municípios. A indústria responde por mais de um terço do valor adicionado e emprega quase um quarto dos trabalhadores formais, com máquinas e equipamentos como maior ramo, muitos voltados aos setores sucroenergético e agrícola, seguidos pela indústria automotiva. A cana ocupa a maior parte da área agrícola do município, um dos polos históricos da produção de cana e da tecnologia do setor no país. Os distritos industriais Unileste, Uninorte e Uninoroeste concentram as fábricas, e o Parque Tecnológico de Piracicaba reúne a ESALQ/USP, a FATEC e o IFSP, com foco em agro, biotecnologia, alimentos e bioenergia.
Monitoramento de temperatura e umidade em ambientes críticos, sensores de perímetro, telemetria de equipamentos e detecção precoce de anomalias — integrados em uma plataforma única de gestão. Os projetos atendem indústrias, armazéns, data centers e operações do agronegócio em Piracicaba e região.
Sim, essa é a base da abordagem da Gitel: sensores, câmeras e automação operando como um ecossistema integrado. Um alerta de temperatura pode acionar as câmeras da área, notificar as equipes responsáveis e disparar protocolos de resposta automaticamente.
Sensores contínuos de temperatura, vibração e corrente detectam desvios antes da falha, permitindo intervenção programada. Combinado a câmeras térmicas, o sistema antecipa problemas em até 48 horas e reduz paradas não programadas em até 80%.
Depende da infraestrutura de cada site: LoRa para grandes áreas com baixo consumo, cabeamento estruturado e Wi-Fi industrial em plantas, 4G para pontos remotos. O diagnóstico técnico da Gitel define a arquitetura ideal para cada operação.
Sim. Câmeras térmicas e de longo alcance instaladas em torres identificam fumaça e focos de calor e enviam alerta com a localização aproximada, para a brigada do cliente agir mais cedo. O alcance e o número de torres dependem do relevo e da área a cobrir.
Porque é quando a planta para e dá para mexer em câmeras, cabos e gravadores das áreas de processo sem atrapalhar a operação. A preventiva da entressafra limpa, testa e ajusta tudo antes do pico, quando uma falha custa mais caro.