A Gitel aplica inteligência artificial e visão computacional em Santa Cruz do Sul para reconhecimento de placas (LPR), detecção de EPI, contagem de pessoas e análise comportamental — sobre o parque de câmeras já instalado.
Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, tem um dos maiores PIBs do Rio Grande do Sul e está entre os maiores exportadores do estado, puxada pelo beneficiamento e pela industrialização do tabaco, setor que responde pela maior parte do ICMS do município. Usinas e armazéns se concentram no Distrito Industrial, às margens da BR-471, e no eixo da RSC-287, que está sendo duplicada até Santa Maria. A safra concentra o recebimento de carga e a contratação temporária no primeiro semestre. A cidade também é polo de saúde e ensino, com hospital de referência regional e a UNISC.
A análise de vídeo com IA transforma câmeras em sensores que avisam a equipe do cliente no momento do evento. As aplicações incluem detecção de intrusão perimetral, leitura automática de placas (LPR) para agilizar a liberação de veículos, detecção de quedas em piso industrial e identificação precoce de fogo e fumaça.
Na maioria dos casos, sim. A Gitel avalia a infraestrutura existente e adiciona camadas de análise inteligente sobre câmeras IP em operação, evitando a troca completa do parque instalado. O projeto define quais pontos exigem câmeras com IA embarcada e quais podem ser atendidos por processamento em servidor.
Indústrias, terminais portuários e logísticos, agronegócio, energia e data centers — operações onde parada não programada, acidente ou acesso indevido geram impacto financeiro e regulatório relevante. Em Santa Cruz do Sul, a Gitel desenvolve projetos sob medida para cada segmento.
O primeiro passo é um diagnóstico técnico da operação em Santa Cruz do Sul: mapeamento de riscos, análise da infraestrutura atual e definição dos casos de uso prioritários. A partir daí, a engenharia da Gitel dimensiona a solução, executa piloto quando aplicável e implanta com suporte e manutenção contínuos da nossa equipe técnica.
Com credenciamento prévio dos temporários, leitura facial ou cartão na portaria e LPR para os caminhões na entrada e na balança. O cadastro sai do RH e é desativado no fim do contrato, sem depender de controle manual na portaria. A Gitel dimensiona os pontos de acesso para o volume de pessoas e veículos da safra.
Sim. Sensores IoT registram temperatura e umidade em pontos do armazém e avisam quando um valor sai da faixa definida pelo cliente. O histórico fica guardado para auditoria e pode ser integrado ao sistema de gestão do armazém.