A Gitel aplica inteligência artificial e visão computacional em Passo Fundo para reconhecimento de placas (LPR), detecção de EPI, contagem de pessoas e análise comportamental — sobre o parque de câmeras já instalado.
Passo Fundo é o principal polo do norte do Rio Grande do Sul, com cerca de 215 mil habitantes e referência regional em comércio, saúde e ensino. Está entre os maiores exportadores do estado, puxada pela soja, e é sede da Embrapa Trigo. Os dois distritos industriais, Paulo Rossato e Invernadinha, estão praticamente lotados, com indústrias de alimentos, metalurgia, implementos rodoviários e plásticos. Em outubro de 2026, a prefeitura anunciou um terceiro distrito às margens da BR-285. A cidade é cruzada pelas BR-285 e BR-153 e recebe um fluxo intenso de caminhões na safra. Abriga hospitais de alta complexidade que atendem o norte gaúcho e parte de Santa Catarina, além da UPF e da UFFS.
Em projetos da Gitel, a análise de vídeo com IA reduz em até 90% os incidentes, com alerta imediato à equipe do cliente. As aplicações incluem detecção de intrusão perimetral, leitura automática de placas (LPR) com redução de até 80% no tempo de liberação de veículos, detecção de quedas em piso industrial e identificação precoce de fogo e fumaça.
Na maioria dos casos, sim. A Gitel avalia a infraestrutura existente e adiciona camadas de análise inteligente sobre câmeras IP em operação, evitando a troca completa do parque instalado. O projeto define quais pontos exigem câmeras com IA embarcada e quais podem ser atendidos por processamento em servidor.
Indústrias, terminais portuários e logísticos, agronegócio, energia e data centers — operações onde parada não programada, acidente ou acesso indevido geram impacto financeiro e regulatório relevante. Em Passo Fundo, a Gitel desenvolve projetos sob medida para cada segmento.
O primeiro passo é um diagnóstico técnico da operação em Passo Fundo: mapeamento de riscos, análise da infraestrutura atual e definição dos casos de uso prioritários. A partir daí, a engenharia da Gitel dimensiona a solução, executa piloto quando aplicável e implanta com suporte e manutenção contínuos da nossa equipe técnica.
Com agendamento e leitura de placa na chegada, balança integrada ao LPR e câmeras cobrindo fila, pátio e moegas. Cada caminhão fica registrado da entrada à saída, com peso e horário, o que reduz a conferência manual e ajuda a contestar divergências.
Sim. Sensores de temperatura distribuídos na massa de grãos avisam quando um ponto começa a aquecer, sinal de deterioração. Os dados ficam disponíveis no celular e no escritório e podem ser integrados ao controle de aeração.