A Gitel aplica inteligência artificial e visão computacional em Santa Maria para reconhecimento de placas (LPR), detecção de EPI, contagem de pessoas e análise comportamental — sobre o parque de câmeras já instalado.
Santa Maria é o principal polo da Região Central do Rio Grande do Sul, com economia de serviços, comércio, educação, saúde e defesa. Abriga a UFSM, primeira universidade pública do interior do Brasil, o Hospital Universitário, referência de alta complexidade para dezenas de municípios, e um dos maiores contingentes militares do país. É entroncamento das BR-158, BR-287 e BR-392, que ligam a região produtora ao Porto de Rio Grande, e ponto final da RSC-287. O Santa Maria Tecnoparque, dentro do Distrito Industrial, reúne empresas de tecnologia da informação, saúde e defesa.
Em projetos da Gitel, a análise de vídeo com IA reduz em até 90% os incidentes, com alerta imediato à equipe do cliente. As aplicações incluem detecção de intrusão perimetral, leitura automática de placas (LPR) com redução de até 80% no tempo de liberação de veículos, detecção de quedas em piso industrial e identificação precoce de fogo e fumaça.
Na maioria dos casos, sim. A Gitel avalia a infraestrutura existente e adiciona camadas de análise inteligente sobre câmeras IP em operação, evitando a troca completa do parque instalado. O projeto define quais pontos exigem câmeras com IA embarcada e quais podem ser atendidos por processamento em servidor.
Indústrias, terminais portuários e logísticos, agronegócio, energia e data centers — operações onde parada não programada, acidente ou acesso indevido geram impacto financeiro e regulatório relevante. Em Santa Maria, a Gitel desenvolve projetos sob medida para cada segmento.
O primeiro passo é um diagnóstico técnico da operação em Santa Maria: mapeamento de riscos, análise da infraestrutura atual e definição dos casos de uso prioritários. A partir daí, a engenharia da Gitel dimensiona a solução, executa piloto quando aplicável e implanta com suporte e manutenção contínuos da nossa equipe técnica.
Separando o que é aberto do que é restrito. As áreas de circulação ficam livres e cobertas por câmeras. Laboratórios, salas técnicas e prédios administrativos exigem credencial por perfil (aluno, servidor, pesquisador, visitante). Os acessos ficam registrados e podem ser integrados ao cadastro acadêmico.
Sim. A Gitel atende clientes em todo o Brasil, inclusive hospitais em Santa Maria e na Região Central do RS. Em hospital, o projeto separa áreas públicas (recepção, pronto-atendimento) de áreas restritas (farmácia, centro cirúrgico, UTI) e organiza o fluxo de acompanhantes e fornecedores com controle de acesso e câmeras.