A Gitel projeta e implanta sistemas de videomonitoramento inteligente em Santa Maria para indústrias, terminais logísticos e operações críticas. Com IA embarcada, cada câmera detecta intrusão, quedas e princípios de incêndio antes que virem ocorrência.
Santa Maria é o principal polo da Região Central do Rio Grande do Sul, com economia de serviços, comércio, educação, saúde e defesa. Abriga a UFSM, primeira universidade pública do interior do Brasil, o Hospital Universitário, referência de alta complexidade para dezenas de municípios, e um dos maiores contingentes militares do país. É entroncamento das BR-158, BR-287 e BR-392, que ligam a região produtora ao Porto de Rio Grande, e ponto final da RSC-287. O Santa Maria Tecnoparque, dentro do Distrito Industrial, reúne empresas de tecnologia da informação, saúde e defesa.
Sim. A Gitel projeta e implanta sistemas de videomonitoramento para indústrias, terminais logísticos, portos e operações críticas em Santa Maria e região. Cada projeto parte de um diagnóstico técnico da operação — análise de riscos, pontos críticos e infraestrutura existente — e é dimensionado pela nossa engenharia, com mais de 38 anos de experiência e 30 mil câmeras instaladas no Brasil.
Sim. Trabalhamos com protocolos abertos de mercado e integramos o videomonitoramento a controle de acesso, alarmes, automação e plataformas de gestão já em operação. Essa abordagem de integração preserva o investimento existente e transforma sistemas isolados em um ecossistema com inteligência operacional.
As câmeras com IA embarcada detectam automaticamente intrusão perimetral, comportamento anômalo, quedas de colaboradores e focos de fogo ou fumaça em tempo real. Em projetos da Gitel, a detecção antecipada reduz em até 90% os incidentes e dá à equipe do cliente tempo de agir.
Sim. A Gitel realiza manutenção preventiva e corretiva de sistemas de videomonitoramento em Santa Maria e região — câmeras, gravadores, rede e software de gestão, incluindo sistemas de centrais de monitoramento. Contratos de manutenção reduzem o risco de falha do parque instalado e prolongam a vida útil do investimento.
Separando o que é aberto do que é restrito. As áreas de circulação ficam livres e cobertas por câmeras. Laboratórios, salas técnicas e prédios administrativos exigem credencial por perfil (aluno, servidor, pesquisador, visitante). Os acessos ficam registrados e podem ser integrados ao cadastro acadêmico.
Sim. A Gitel atende clientes em todo o Brasil, inclusive hospitais em Santa Maria e na Região Central do RS. Em hospital, o projeto separa áreas públicas (recepção, pronto-atendimento) de áreas restritas (farmácia, centro cirúrgico, UTI) e organiza o fluxo de acompanhantes e fornecedores com controle de acesso e câmeras.