A Gitel projeta e implanta sistemas de videomonitoramento inteligente em Sapiranga para indústrias, terminais logísticos e operações críticas. Com IA embarcada, cada câmera detecta intrusão, quedas e princípios de incêndio antes que virem ocorrência.
Sapiranga integra a cadeia coureiro-calçadista do Vale do Sinos, com fábricas de calçados, curtumes e produtores de componentes concentrados no Polo Calçadista e no Distrito Industrial. São operações de manufatura leve, com linhas de corte, costura e montagem, forte presença de mão de obra terceirizada e armazenagem de adesivos e solventes — um perfil de risco que combina circulação intensa de pessoas com áreas de inflamáveis.
Sim. A Gitel projeta e implanta sistemas de videomonitoramento para indústrias, terminais logísticos, portos e operações críticas em Sapiranga e região. Cada projeto parte de um diagnóstico técnico da operação — análise de riscos, pontos críticos e infraestrutura existente — e é dimensionado pela nossa engenharia, com mais de 38 anos de experiência e 30 mil câmeras instaladas no Brasil.
Sim. Trabalhamos com protocolos abertos de mercado e integramos o videomonitoramento a controle de acesso, alarmes, automação e plataformas de gestão já em operação. Essa abordagem de integração preserva o investimento existente e transforma sistemas isolados em um ecossistema com inteligência operacional.
As câmeras com IA embarcada detectam automaticamente intrusão perimetral, comportamento anômalo, quedas de colaboradores e focos de fogo ou fumaça em tempo real. Em projetos da Gitel, a detecção antecipada reduz em até 90% os incidentes, com tempo de resposta inferior a 15 minutos.
Sim. A Gitel realiza manutenção preventiva e corretiva de sistemas de videomonitoramento em Sapiranga e região — câmeras, gravadores, rede e software de gestão, incluindo sistemas de centrais de monitoramento. Contratos de manutenção garantem a disponibilidade contínua do parque instalado e prolongam a vida útil do investimento.
Sim. Em manufatura leve os analíticos mais aplicados são inspeção visual de defeitos, contagem de peças em esteira e verificação de EPI. A Gitel especifica os algoritmos a partir de um diagnóstico da linha — o que muda de uma fábrica para outra é a regra de negócio, não a câmera.
Com credenciamento temporário integrado ao controle de acesso: o prestador é cadastrado com validade e escopo de área definidos, e o acesso expira sozinho. Isso evita o passivo de crachás ativos de pessoas que já saíram — problema recorrente em operações com alta rotatividade.