A Gitel implanta sistemas de controle de acesso em Passo Fundo com biometria, reconhecimento facial e LPR. Conformidade com NRs e LGPD. Liberação de veículos até 80% mais rápida.
Passo Fundo é o principal polo do norte do Rio Grande do Sul, com cerca de 215 mil habitantes e referência regional em comércio, saúde e ensino. Está entre os maiores exportadores do estado, puxada pela soja, e é sede da Embrapa Trigo. Os dois distritos industriais, Paulo Rossato e Invernadinha, estão praticamente lotados, com indústrias de alimentos, metalurgia, implementos rodoviários e plásticos. Em outubro de 2026, a prefeitura anunciou um terceiro distrito às margens da BR-285. A cidade é cruzada pelas BR-285 e BR-153 e recebe um fluxo intenso de caminhões na safra. Abriga hospitais de alta complexidade que atendem o norte gaúcho e parte de Santa Catarina, além da UPF e da UFFS.
Sim. Projetamos sistemas de controle de acesso para plantas industriais, terminais logísticos, portos e edifícios corporativos em Passo Fundo: biometria, reconhecimento facial, leitura de placas (LPR), catracas e integração com sistemas de RH e ponto eletrônico.
Sim. A Gitel implanta controle de acesso em conformidade com os requisitos regulatórios de cada setor: NRs de segurança do trabalho em plantas industriais, LGPD para tratamento de dados biométricos e, em operações portuárias, ISPS Code para terminais e embarcações.
Com leitura automática de placas (LPR) integrada à gestão logística: o sistema identifica o veículo, valida o agendamento, libera o acesso e registra o fluxo completo. Em terminais atendidos pela Gitel, o tempo de liberação caiu até 80%, com precisão de reconhecimento superior a 98%.
Sim, e é o recomendado. A integração permite verificação visual automática de cada acesso, registro em vídeo de ocorrências e trilha de auditoria completa — essencial para investigações internas e compliance.
Com agendamento e leitura de placa na chegada, balança integrada ao LPR e câmeras cobrindo fila, pátio e moegas. Cada caminhão fica registrado da entrada à saída, com peso e horário, o que reduz a conferência manual e ajuda a contestar divergências.
Sim. Sensores de temperatura distribuídos na massa de grãos avisam quando um ponto começa a aquecer, sinal de deterioração. Os dados ficam disponíveis no celular e no escritório e podem ser integrados ao controle de aeração.