Segurança eletrônica para minas a céu aberto, subterrâneas e usinas de beneficiamento: câmeras e rede preparadas para poeira, vibração e distância, controle de acesso a áreas de risco e manutenção do parque em operações remotas.
Cava, pilhas, barragens, correias e acessos espalhados por quilômetros, muitas vezes sem rede nem energia perto.
Poeira, vibração de equipamentos pesados, chuva e lama desgastam câmeras e cabos.
Pessoas e veículos circulando perto de equipamento pesado, desmonte e áreas restritas, com registro exigido pelos procedimentos de segurança.
Cobre, combustível, peças e insumos em almoxarifados e pátios afastados.
Aquecimento em roletes e mancais e princípio de incêndio em correias transportadoras.
Cada visita a um ponto remoto custa caro, e equipamento parado demora a ser percebido.
Tecnologia integrada e inteligente para superar os desafios específicos do seu segmento.
Câmeras com IA para perímetro, acessos, pátios e pilhas, e apoio visual em áreas de barragem para a equipe da mineradora.
Registro de quem entra e sai de áreas de risco, com reconhecimento facial e credenciais para próprios e terceiros.
Detecção de pontos de aquecimento e princípio de incêndio, com alerta para a equipe da mina.
Enlaces de rádio, fibra e energia solar onde não há infraestrutura.
LPR para caminhões de insumo e produto, com registro integrado à balança.
Diagnóstico remoto antes da viagem, preventiva programada por rota e corretiva dentro do SLA contratado, em equipamentos de qualquer fabricante.
O técnico sai para o ponto remoto sabendo o que falhou e com a peça certa.
Visitas organizadas por região da mina para aproveitar cada deslocamento.
O que existe, idade, firmware e situação de suporte de cada equipamento.
Câmeras gravando, chamados atendidos e equipamentos perto do fim da vida útil.
Desde 1987 a Gitel projeta, implanta e mantém sistemas de segurança eletrônica para operações industriais em todo o Brasil. Na mineração, o desafio é a distância e o ambiente: pontos a quilômetros da portaria, sem rede nem energia, sob poeira e vibração constantes. O projeto resolve primeiro a infraestrutura (enlace, energia e proteção do equipamento) e depois a câmera.
A manutenção é pensada para a operação remota. O diagnóstico remoto identifica a falha antes do deslocamento, as preventivas são organizadas por rota e o estoque de sobressalentes fica onde faz sentido para a mina. A Gitel mantém câmeras, gravadores, rede e VMS de qualquer fabricante; a central de monitoramento e a operação continuam com a mineradora.
A segurança eletrônica não substitui os sistemas de segurança dos equipamentos nem a instrumentação de barragens: ela soma registro, imagem e controle de acesso ao que a mineradora já faz para atender a NR-22.
Câmeras IP com proteção IP66/IP67 e suportes antivibração, câmeras térmicas e bi-spectrum para correias e beneficiamento, IA embarcada para intrusão e presença em áreas restritas. Enlaces de rádio ponto a ponto e multiponto, fibra óptica e sistemas de energia solar com baterias para pontos remotos. Reconhecimento de placas integrado à balança. Gravação local nos pontos remotos para não perder imagem quando o enlace cai.
Sim. Atendemos em todo o Brasil, com equipes em campo e suporte técnico remoto. Nos pontos sem infraestrutura, o projeto inclui enlace de rádio ou fibra e energia solar.
Ajuda com registro de acesso a áreas de risco, imagens para investigação de ocorrências e evidências para auditoria. A conformidade é da mineradora; a segurança eletrônica é uma das ferramentas. Veja o nosso checklist de NR-22.
Sim. Elas identificam pontos de aquecimento em roletes, mancais e na própria correia e mandam alerta para a equipe da mina. São uma camada a mais; não substituem os sistemas de proteção da correia.
O diagnóstico remoto identifica a falha antes da viagem, as preventivas são agrupadas por rota e os sobressalentes ficam num estoque combinado com a mina. A corretiva segue o SLA de atendimento contratado.
Não. A Gitel faz a manutenção dos sistemas: câmeras, gravadores, rede, videowall e VMS. A central e a operação continuam com a mineradora, com equipe própria ou terceirizada.