Segurança eletrônica para usinas siderúrgicas e metalúrgicas: câmeras especificadas para calor, poeira e vapor, controle de acesso de próprios e terceiros, e manutenção do parque que acompanha o ritmo da planta, inclusive nas paradas programadas.
Aciaria, alto-forno, lingotamento e laminação expõem câmeras e cabos a temperatura alta, poeira metálica e vapor. Equipamento comum perde imagem ou queima em pouco tempo.
Fornos elétricos, pontes rolantes e grandes motores geram interferência que derruba sinal em cabeamento de cobre mal projetado.
Pátios de matéria-prima, sucata e produto acabado, perímetro longo e muitos acessos para vigiar.
Nas paradas programadas, o número de prestadores dentro da planta cresce de uma vez, e o controle de acesso precisa acompanhar.
Fila de caminhões de sucata, insumos e produto, com conferência de placa, peso e documento.
Câmeras analógicas, gravadores fora de linha e VMS desatualizado, instalados ao longo de anos por fornecedores diferentes.
Tecnologia integrada e inteligente para superar os desafios específicos do seu segmento.
Câmeras especificadas por área, com caixas de proteção com refrigeração nas áreas quentes, e IA para intrusão em pátios e perímetro.
Reconhecimento facial e credenciais com validade, preparados para o pico de prestadores das paradas programadas.
LPR na portaria e na balança, com registro de entrada e saída de cada caminhão.
Detecção de pontos de aquecimento em painéis, subestações internas e correias, com alerta para a equipe da usina.
Fibra óptica nas áreas com interferência, segmentação junto com a TI e a automação, e integração das câmeras à sala de controle da usina.
Preventiva programada, corretiva por chamado dentro do SLA contratado, planejamento junto com as paradas da usina e relatório de saúde dos ativos, em equipamentos de qualquer fabricante.
Cada câmera escolhida para o ambiente em que vai trabalhar, não um modelo único para a planta toda.
O que existe, idade, firmware e situação de suporte de cada equipamento.
Preventivas casadas com as paradas programadas e com as permissões de trabalho da planta.
Câmeras gravando, chamados atendidos e equipamentos perto do fim da vida útil.
Desde 1987 a Gitel projeta, implanta e mantém sistemas de segurança eletrônica para a indústria. Em siderurgia, o que mais pesa não é a câmera, é o ambiente: calor, poeira metálica, vapor e interferência eletromagnética derrubam qualquer sistema mal especificado. Por isso o projeto começa pela área, e não pelo catálogo: cada ponto recebe o equipamento, a proteção e o cabeamento que aguentam aquele lugar.
A maior parte das usinas já tem um parque instalado, montado ao longo de anos por fornecedores diferentes. A Gitel faz a manutenção desse parque como ele está, de qualquer fabricante: levanta o inventário, organiza a preventiva, atende os chamados dentro do SLA contratado e indica, em fases, o que precisa ser substituído antes de sair de linha. A central de monitoramento e a operação continuam com a usina.
As equipes de campo trabalham dentro das regras da planta: treinamento em NR-10 e NR-35, permissões de trabalho e planejamento junto com as paradas programadas.
Câmeras IP com proteção IP66/IP67, caixas de proteção com refrigeração para áreas quentes e lentes protegidas contra respingo e poeira. Câmeras térmicas e bi-spectrum para pontos de aquecimento. Fibra óptica onde há interferência eletromagnética e switches industriais nas áreas severas. Reconhecimento de placas na portaria e na balança. VMS de mercado, com integração à sala de controle da usina e gravação local para não depender da rede corporativa.
Depende da especificação. Nas áreas quentes usamos caixas de proteção com refrigeração, lentes protegidas e posicionamento fora do pior ponto de calor. O levantamento define a solução para cada área antes da proposta.
Sim. Fazemos o levantamento do parque (equipamentos, idade, firmware e situação de suporte) e assumimos a manutenção de câmeras, gravadores, rede e VMS de qualquer fabricante.
As preventivas e as substituições maiores são planejadas junto com o calendário de paradas, seguindo as permissões de trabalho da planta. Fora das paradas, a corretiva segue o SLA de atendimento contratado.
Sim. O controle de acesso trabalha com credenciais com validade e reconhecimento facial, cadastradas antes da parada, e registra quem entrou, quando e em que área.
Não. A Gitel faz a manutenção dos sistemas: câmeras, gravadores, rede, videowall e VMS. A central e a operação continuam com a usina, com equipe própria ou terceirizada.